Conveniências...
Por que se ater a elas? Por que deixar de expressar e até mesmo de se permitir sentir em detrimento da sociedade?
Por que, se a vida é tão rara?
Se todos temos defeitos...
Se todos pensamos...
Se todos erram – e acertam
Se somos apenas humanos?
Procurar a liberdade é admirável
Achá-la e usufruí-la é eterno e ousado.
Saber a opinião alheia quando oposta e quase imposta, e não levá-la em consideração...
Transcender o mundo da maioria e adentrar o universo de poucos
Mas também saber lidar com essa maioria de maneira humanista, mesmo quebrando princípios para isso – “nunca deixe que os seus princípios o impeçam de fazer o que é certo”
Saber relevar o café-pequeno, não o sorvendo, mas tornando-o menos amargo a quem bebê-lo
Viver se reciclando
Pensar em alegrias e tristezas
Sonhar...
Deixar-se ir e vir, ou apenas ir... a volta nem sempre é necessária
Fazer-se eu, tu, ele, nós, vós, eles
Fazer-se amigo em todos os nobres sentidos da amizade
Fazer-se amar e ser amado
Por ser humano, por seres humanos.
- setembro de 2009.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
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